Título: “O Reflexo do Infinito”

Luz, lua… Escuridão, espaço. Frio, coração. Minha alma, o que ela será?

Será um suspiro entre estrelas distantes, Ou uma chama presa em marés incessantes? Será um eco no vazio sideral, Ou um pulsar discreto no caos celestial?

Entre o brilho e o breu, eu existo, Oscilando entre certezas e o não visto, Parte luz, parte sombra a vagar, Na dança do cosmos, a se questionar.

Será a alma um pedaço do universo, Que busca sentido no silêncio imerso? Ou talvez, apenas um reflexo fugaz, De tudo que nasce, morre e renasce em paz.

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